As autoridades policiais de São Paulo prenderam Maria Francileide, acusada de encomendar o assassinato de seu marido, um policial civil, pelo valor de R$ 200 mil. Segundo as investigações, a viúva inicialmente tentou envenenar a vítima com chumbinho e, após a falha do plano, contratou executores que simularam um latrocínio em uma gráfica. O crime, ocorrido em janeiro de 2025, foi desvendado após um dos atiradores confessar a participação da mulher e detalhar a trama criminosa. A motivação ainda é apurada, mas a polícia trabalha com hipóteses de interesse financeiro ou razões passionais. Atualmente, todos os envolvidos estão detidos e a acusada aguarda julgamento, podendo enfrentar uma pena de até 40 anos de prisão.
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